• Blog do HRAC Centrinho-USP

    Este é o Blog oficial do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da Universidade de São Paulo (USP), mantido pela Assessoria de Imprensa da instituição.
  • Na mídia‬:

  • TV TEM: Reportagem especial mostra principais pontos de Bauru

    HRAC/Centrinho-USP é destaque em matéria especial dos 120 anos de Bauru. Principais pontos da cidade foram escolhidos pelos telespectadores.

  • HRAC/Centrinho na série ‘Joias do Interior’, da TV TEM

    Neste novo vídeo, quem conta sua história e fala sobre o tratamento é a jovem Gabriela Viana e sua mãe, Claudinéia, de Bauru. Clique na imagem e confira!

  • Dia a dia do Hospital (Jogo de Cintura, TV TEM, 04/10/14)

    O dia a dia do Centrinho-USP. Histórias de gente que é exemplo de superação, dedicação e alegria!

  • Primeiros sons (Fantástico, TV Globo, 07/09/14)

    Crianças escutam pela 1ª vez e têm reações emocionantes

  • Sistema FM (TEM Notícias, TV TEM)

    Teste

    Centrinho usa sistema FM para facilitar aprendizado de crianças com problemas auditivos. Reportagem: Evandro Cini

  • Implante Coclear (Encontro com Fátima Bernardes, TV Globo, 11/11/14)

    Encontro com Fátima Bernardes mostra tecnologias que auxiliam a vida de pessoas com deficiência, como a do pequeno Enzo, usuário de implante coclear

  • Fissura labiopalatina (Bem Estar, TV Globo, 24/06/13)

    Programa Bem Estar, da TV Globo, exibe matéria sobre tratamento da fissura labiopalatina. Reportagem: Giuliano Tamura

  • Fissura labiopalatina (Hoje em Dia, Rede Record)

    Quadro "Você e o doutor", do Programa Hoje em Dia, da Rede Record, destaca cuidados com bebês com fissura labiopalatina

  • Fissura labiopalatina (Hoje em Dia, Rede Record, 16/11/11)

    Record faz reportagem especial sobre fissura labiopalatina. Confira!

  • Centrinho tatuado (Jornal da Cidade, Bauru, 13/04/12)

    A história de Gabriela Oliveira da Silva, 22 anos, gaúcha, moradora de Pelotas, não é só de recuperação de saúde, vida social e gratidão, mas também de homenagem ao tratamento que recebeu nos últimos 20 anos no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP (HRAC/USP) de Bauru, conhecido como Centrinho.

  • Estadão

    Hospitais paulistas que atendem pacientes de todo o país foram destaque em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. Clique na imagem acima e confira a matéria na íntegra, que também aborda o trabalho do Centrinho-USP.

  • Imprensa destaca 20 anos do implante coclear no Brasil

    Dia 14/5/2010, reportagem foi destaque no programa Direto da Redação, veiculado nacionalmente pela Record News

  • “Nosso Mural” informativo de comunicação interna

    Essa é uma publicação semanal do Centrinho-USP, parte das estratégias de comunicação interna do Hospital.
  • A instituição

    Hospital localizado em Bauru (SP), Brasil, que oferece tratamento integral nas áreas de anomalias craniofaciais, síndromes associadas e deficiências auditivas via Sistema Único de Saúde (SUS).

  • Instituições parceiras

Trabalho de residente do Centrinho-USP recebe menção honrosa em Prêmio de Ciência e Tecnologia para o SUS

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A professora Deborah, a residente Ana Luiza e a psicóloga Midori. Foto: Tiago Rodella, HRAC-USP

De baixo custo, interação on-line entre mães de crianças candidatas e usuárias de implante coclear mostrou os mesmos benefícios conhecidos em grupos presenciais; participantes se sentiram acolhidas e fortalecidas, o que é determinante para o sucesso do tratamento

Um trabalho desenvolvido no Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Auditiva do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP recebeu menção honrosa no Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2016, na categoria Monografia de Especialização ou Residência. O trabalho havia sido selecionado como um dos cinco finalistas na categoria.

Intitulada “A experiência de mães de crianças candidatas e usuárias de implante coclear participantes de uma rede social on-line”, a monografia é de autoria de Ana Luiza Martins Apolônio, residente em Psicologia na Residência Multiprofissional em Saúde Auditiva (turma 2014/2015), sob orientação da psicóloga Midori Otake Yamada, da Seção de Implante Coclear do HRAC-USP, e coorientação da fonoaudióloga Marina Morettin Zupelari, do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP.

O objetivo do estudo foi identificar e analisar aspectos psicológicos relacionados aos pensamentos, sentimentos e emoções relatadas pelas mães participantes da rede social on-line ‘Portal dos Bebês’, criada a partir da dissertação de mestrado “Telessaúde em Audiologia: Avaliação da eficácia de uma rede social on-line como apoio aos pais de crianças com deficiência auditiva”, de autoria da fonoaudióloga Camila Piccini Aiello, orientada pela professora Deborah Viviane Ferrari no Programa de Mestrado em Fonoaudiologia da FOB-USP.

“A interação on-line, de baixo custo, evidenciou os mesmos benefícios conhecidos em grupos presenciais. As participantes se sentiram acolhidas e fortalecidas, indicando que a rede contribui para uma prática assistencial humanizada”, destaca Ana Luiza.

“Os relatos trouxeram expressões relativas à cirurgia e ativação do implante coclear, à família e à estimulação. Foram expostas dúvidas, preocupações, conhecimento adquirido e superações. Sentimentos negativos e positivos também foram relatados, como medo, ansiedade, angústia, alegria, gratidão, religiosidade e alívio. Verificou-se ainda a troca de experiências, informações e ajuda mútua, e estabelecimento de um vínculo de aproximação e amizade entre as mães”, explica.

De acordo com Ana Luiza, o apoio aos pais de crianças candidatas e usuárias de implante coclear é determinante para o sucesso deste tratamento, ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “A aplicabilidade ao SUS está no fato da rede social on-line ser um recurso para fornecimento de apoio, com potencial para promover a equidade, universalidade do acesso e desenvolvimento de um processo de reabilitação humanizado, centrado na família, além de ser consonante com as propostas do Programa Telessaúde Brasil, do Ministério da Saúde”, conclui.

Parceria
A professora Deborah explica que o trabalho de Ana Luiza é uma análise complementar dos dados da dissertação de Camila e ressalta a importância da parceria institucional entre a FOB e o HRAC.

Segundo a professora, a origem desse portal se deu a partir da linha de pesquisa Telessaúde e inovações tecnológicas, do Programa de Mestrado em Fonoaudiologia da FOB, por conta da necessidade de acompanhar as famílias à distância, já que muitas delas tinham dificuldade de vir para o atendimento na Seção de Implante Coclear do HRAC.

“Na dissertação de mestrado, nós fizemos a análise dos dados do ponto de vista fonoaudiológico. E essa parceria institucional com o HRAC é muito importante, porque ampliou o escopo do projeto, agregou o olhar da Psicologia para esses dados, e felizmente teve esse reconhecimento do Ministério da Saúde”, salienta Deborah.

A premiação
Os vencedores foram anunciados na cerimônia de entrega do Prêmio, no último dia 13 de dezembro, em Brasília (DF). Entre os critérios avaliados estão a viabilidade da aplicação dos resultados ou absorção de novas tecnologias, o potencial de inovação, a contribuição para a consolidação dos princípios e diretrizes do SUS e o mérito técnico-científico.

Em 2016, foram inscritos 89 trabalhos na categoria doutorado, 111 em mestrado, 36 monografias de especialização ou residência e 109 artigos publicados. O valor do prêmio em dinheiro para os vencedores foi de 15 a 50 mil reais, conforme a categoria. Os trabalhos vencedores e os finalistas que receberam menções honrosas serão divulgados, na íntegra, no Portal do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br/sctie) e na Biblioteca Virtual de Saúde do Ministério (www.saude.gov.br/bvs). Também será publicado um livro contendo os resumos dos trabalhos vencedores e dos que receberam menções honrosas.

O Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS é uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde que busca valorizar os pesquisadores da área da saúde e suas pesquisas, indispensáveis para o desenvolvimento das políticas públicas de saúde no país, além de incentivar a produção de trabalhos técnico-científicos na área de ciência e tecnologia de interesse do SUS.

Implante coclear
O implante coclear é um dispositivo eletrônico que estimula diretamente o nervo auditivo, por meio de pequenos eletrodos inseridos cirurgicamente dentro da cóclea, substituindo funções desta parte do ouvido interno. O dispositivo é indicado a crianças e adultos com surdez total ou quase total não beneficiados pelo uso de aparelhos auditivos convencionais.

(Com informações do Ministério da Saúde)

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Encontro na USP em Bauru discute transtornos da aprendizagem e neurodesenvolvimento

psico-infantilA USP-Bauru sedia, nos dias 4 e 5 de novembro, o 5º Encontro de Neuropsicologia na Infância, promovido pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) e pela Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). O tema neste ano será “Neurodesenvolvimento e os Transtornos da Aprendizagem”.

De acordo com a coordenadora do evento, professora Maria de Lourdes Merighi Tabaquim, do Programa de Pós-Graduação do HRAC-USP e do Departamento de Fonoaudiologia da FOB-USP, o objetivo é discutir aspectos preventivos, de diagnóstico e tratamento de transtornos do desenvolvimento, visando à difusão do conhecimento teórico e empírico para profissionais, alunos e pais e à melhoria da aprendizagem e qualidade de vida da criança com necessidades educativas especiais.

“Esta edição vai abordar temas relacionados ao neurodesenvolvimento, agregando diversas disciplinas da saúde e educação, dentre elas neurologia, psiquiatria, psicologia, fonoaudiologia, pedagogia e odontologia”, ressalta. Entre os convidados estão renomados especialistas do Brasil e do exterior.

Voltado a professores, profissionais e estudantes da área da saúde, pais e toda a comunidade interessada, o Encontro terá curso sobre dificuldade na leitura, escrita e matemática, no dia 4 de novembro (sexta-feira), das 14h às 18h, além de videoconferência e palestras sobre assuntos como comportamento motor, neurodesenvolvimento no ensino infantil e dislexia, no dia 5 (sábado), das 8h às 18h.

Os interessados podem se inscrever com valores promocionais pela internet até o dia 28 de outubro. O 5º Encontro de Neuropsicologia na Infância será realizado no Teatro Universitário da USP em Bauru, que fica na Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária. Inscrições e mais informações pelo site www.centrinho.usp.br/eventos/info, e-mail eventos.hrac@usp.br ou pelo telefone (14) 3235-8437.

Serviço
5º Encontro de Neuropsicologia na Infância
Tema: “Neurodesenvolvimento e os Transtornos da Aprendizagem”
Quando: 4 e 5 de novembro
Onde: Teatro Universitário da USP em Bauru (Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária, Bauru-SP)
Público-alvo: professores, profissionais e estudantes da área da saúde, pais e demais interessados
Inscrições promocionais: até 28 de outubro
Realização: Hospital Centrinho-USP e FOB-USP
Inscrições e mais informações: site www.centrinho.usp.br/eventos/info, e-mail eventos.hrac@usp.br ou telefone (14) 3235-8437

Centrinho-USP: Projeto TOPS reúne pesquisadores internacionais em Bauru

reuniao_tops-1Bauru sedia nesta semana, de 3 a 7 de outubro, reunião internacional do Projeto TOPS (Timing of Primary Surgery for Cleft Palate, ou: Cronologia da Cirurgia Primária da Fissura de Palato, em português), um estudo clínico randomizado desenvolvido por 22 centros especializados do Reino Unido, Escandinávia e Brasil – representado pelo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP. A pesquisa multicêntrica investiga qual a melhor idade para cirurgia primária de palato (6 ou 12 meses) e o impacto no desenvolvimento da fala, audição e crescimento facial.

A professora Inge Elly Kiemle Trindade, coordenadora do Projeto pela USP, explica que a reunião é a segunda etapa das avaliações de amostras de fala de pacientes aos 12 meses (a primeira aconteceu no mês de março, em Manchester, na Inglaterra). “Trata-se de um método translinguístico de avaliação, em que as amostras de fala têm sons equivalentes e podem ser avaliadas por pesquisadores das diferentes línguas envolvidas no projeto”. A metodologia propicia reprodutibilidade e maior confiabilidade do julgamento perceptivo entre diferentes avaliadores.

Participam do encontro em Bauru o coordenador geral do Projeto TOPS, professor William Shaw, da University of Manchester (Inglaterra) e do Centro Colaborativo para Pesquisas em Anomalias Craniofaciais da Organização Mundial da Saúde (OMS); a coordenadora do TOPS no Brasil, professora Inge Trindade; as coordenadoras na área de fonoaudiologia, professora Christina Persson, da University of Gothenburg (Suécia), e professora Elisabeth Willadsen, da University of Copenhagen (Dinamarca); e as fonoaudiólogas do Projeto pelo HRAC: professora Ana Paula Fukushiro, Cristina Guedes de Azevedo Bento Gonçalves, Haline Coracine Miguel, Renata Paciello Yamashita e Sílvia Helena Alvarez Piazentin Penna.

reuniao_tops-2Durante a semana, também acontecem reuniões com os membros das demais áreas do HRAC que integram o TOPS (cirurgia plástica, otorrinolaringologia, odontologia, serviço social e equipe de apoio administrativo), além de planejamento para os próximos cinco anos pelos coordenadores do Projeto.

A pesquisa também vai avaliar as crianças aos três e cinco anos de idade, quanto ao progresso da fala e da audição e quanto ao desenvolvimento físico (crescimento craniofacial). De acordo com a professora Inge Trindade, os 155 pacientes do HRAC que participam do estudo já foram operados, conforme planejado. “Neste momento, estamos finalizando as avaliações aos 12 meses, já temos parte das avaliações de crianças aos três anos e uma de criança aos cinco anos”, relata. Com convênio renovado neste ano com a University of Manchester, o TOPS tem financiamento do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.

Fotos: Álvaro Campoy Neto e Márcio Antonio da Silva, SerCom HRAC-USP

Encontro na USP-Bauru discute ética em pesquisa em seres humanos

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O coordenador da Conep, Jorge Venancio, na quarta edição do evento em 2015. Foto: Denise Guimarães, FOB-USP

A Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) e o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da Universidade de São Paulo (USP) realizam, no dia 19 de agosto, o 5º Encontro dos Comitês de Ética em Pesquisa. O evento acontece das 8h às 16h30, no Teatro Universitário da USP em Bauru.

Voltado a alunos, professores, pesquisadores e toda comunidade científica interessada, o Encontro tem como objetivo atualizar as informações e normas relacionadas à ética em pesquisa em seres humanos, com a participação de renomados especialistas na área.

Neste ano, o evento vai contar com palestras e mesa-redonda sobre educação e ética; pesquisas com fontes de dados de arquivos, prontuários, radiografias e tomografias; processos e procedimentos dos Comitês de Ética em Pesquisa em Seres Humanos (CEPs); além de homenagem in memoriam ao médico William Saad Hossne, professor emérito da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e fundador da Sociedade Brasileira de Bioética, falecido no último dia 13 de maio, aos 89 anos.

Os convidados são: Anibal Gil Lopes, professor titular da Faculdade de Medicina de Fernandópolis-SP e membro de academias científicas como Academia Brasileira de Ciências, Academia Nacional de Medicina e Pontificia Academia Pro Vita (Vaticano); Dalton Luiz de Paula Ramos, professor titular da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, foi membro titular da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep); e Rafael Arouca Höfke Costa, docente e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Também participam da programação as coordenadoras dos CEPs da FOB-USP, a professora Izabel Regina Fischer Rubira-Bullen, e do Centrinho-USP, a cirurgiã-dentista Silvia Maria Graziadei.

Organizado pelos CEPs da USP-Bauru, o Encontro é gratuito, com vagas limitadas. As inscrições serão recebidas até o dia 15 de agosto, no site www.centrinho.usp.br/eventos/info. Mais informações pelo e-mail eventos.hrac@usp.br ou telefone (14) 3235-8437. O Teatro Universitário da USP-Bauru fica na Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária.

Serviço
5º Encontro dos Comitês de Ética em Pesquisa da FOB-USP e Centrinho-USP
Quando: 19 de agosto de 2016
Onde: Teatro Universitário da USP-Bauru (Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária, Bauru-SP)
Público-alvo: alunos, professores, pesquisadores e toda comunidade científica interessada
Organização: Comitês de Ética em Pesquisa da FOB-USP e Centrinho-USP
Inscrições gratuitas: até o dia 15 de agosto, em www.centrinho.usp.br/eventos/info
Mais informações: e-mail eventos.hrac@usp.br ou telefone (14) 3235-8437

solidariedade: Campanha do Agasalho 2016 na USP-Bauru

agasalhoO campus de Bauru da USP participa novamente da Campanha do Agasalho “Aquece Bauru”, promovida pela Prefeitura Municipal por meio do Fundo Social de Solidariedade e da Secretaria Municipal do Bem-Estar Social (Sebes).

Internamente, a campanha é coordenada pelo Serviço Social da Prefeitura do Campus USP de Bauru (PUSP-B), e dispõe de 14 postos de arrecadação, com caixas coletoras disponíveis na PUSP-B, Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) e Hospital Centrinho-USP (HRAC).

A comunidade da USP e demais interessados podem colaborar doando roupas, agasalhos, peças de cama, mesa e banho, cobertores, edredons, sapatos, entre outros itens, que serão encaminhados para a Sebes fazer as doações.

A Campanha será realizada até o mês de julho. Mais informações: telefone 3235-8316, com a assistente social Christine Habib.

Postos de arrecadação no campus
PUSP-B: Centro Cultural, Crusp, Ginásio de Esportes, Portaria I (Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla), prédio da Prefeitura do Campus e UBAS.
FOB: Clínica de Fonoaudiologia, Portaria Central da FOB e Portaria III (Triagem Odontológica).
HRAC: Portaria I (Rua Sílvio Marchione), Portaria II (interna/estacionamento), Portaria de Pacientes, Unidade 2 e Divisão de Saúde Auditiva.

(Com informações da Assessoria de Comunicação da PUSP-B)

Fonoterapia intensiva reúne alunos e profissionais em prol do ensino e da reabilitação da fala

2016_02_12_fono_intensiva (1)O Hospital Centrinho-USP e o Departamento de Fonoaudiologia da FOB acabam de iniciar mais uma edição do Programa de Fonoterapia Intensiva. As atividades desenvolvidas trazem benefícios à formação dos alunos e também à reabilitação da fala dos pacientes, além de contribuir com o aprimoramento de estudos e inovações na prática clínica.

Ao todo, mais de 50 alunos estão inseridos no Programa neste ano. São alunos de graduação em Fonoaudiologia da FOB (por meio da disciplina Clínica de Anomalias Craniofaciais – Estágio Supervisionado); pós-graduandos da Faculdade (pelo Programa de Aperfeiçoamento de Ensino-PAE) e do HRAC (por meio da disciplina Tratamento Intensivo e Interdisciplinar na Reabilitação Funcional das Anomalias Craniofaciais); e alunos do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde: Síndromes e Anomalias Craniofaciais do Hospital (das áreas de Fonoaudiologia, Odontologia e Psicologia).

A iniciativa atende pacientes do Centrinho-USP de vários estados do Brasil com dificuldade de acesso qualificado à terapia de fala em suas cidades de origem. No Programa, os pacientes são submetidos a uma média de 50 terapias num período de aproximadamente três semanas, sob a supervisão geral de docentes.

Esta edição conta com a participação de 14 pacientes, crianças e adultos, das cinco regiões do país: Tocantins (região Norte); Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe (Nordeste); Mato Grosso (Centro-Oeste); Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo (Sudeste); e Paraná (Sul). A seleção é realizada pela coordenação do Programa. Os pacientes permanecerão em Bauru até o dia 2 de março, realizando em média quatro sessões de terapia por dia.

Há ainda uma programação específica para os acompanhantes, com orientações, informações e capacitação. Durante o Programa, são realizadas reuniões com todo o grupo envolvido – alunos, professores, profissionais e coordenadores – para discutir as técnicas utilizadas e a evolução do tratamento dos pacientes.

‘Grande laboratório’
“Este Programa se destaca como um grande laboratório de estudo e desenvolvimento de métodos de diagnóstico e tratamento mais eficazes e mais rápidos das alterações de fala decorrentes das fissuras labiopalatinas e das disfunções velofaríngeas”, afirma a professora Maria Inês Pegoraro-Krook, chefe do Departamento de Fonoaudiologia da FOB e presidente da Comissão de Pesquisa do HRAC, que coordena o Programa de Fonoterapia Intensiva ao lado da professora Jeniffer de Cássia Rillo Dutka (também do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade e da Pós-Graduação do Hospital).

Para Maria Inês, além dos pacientes receberem um tratamento de fala de altíssimo nível, o ensino integrando alunos de graduação e pós-graduação e residentes proporciona uma possibilidade inédita: gerar pesquisas e preparar os futuros profissionais para atender pacientes com anomalias craniofaciais, principalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Os resultados decorrentes de pesquisas e inovações realizadas por alunos da graduação e da pós-graduação têm sido empregados na prática clínica tanto no Centrinho-USP como por fonoaudiólogos de outras localidades do país”, ressalta a professora.

Esta edição conta com a colaboração, na supervisão dos atendimentos, das professoras Maria de Lourdes Merighi Tabaquim e Mariza Ribeiro Feniman, ambas do Departamento de Fonoaudiologia da FOB e do Programa de Pós-Graduação do Centrinho-USP.

Intervenção interdisciplinar
Mantendo a modalidade de intervenção interdisciplinar, também integram o Programa os fonoaudiólogos e dentistas do serviço de Prótese de Palato e os profissionais das áreas de Educação e Terapia Ocupacional, Otorrinolaringologia, Psicologia e Serviço Social do HRAC (com apoio dos setores de Agendamento, Arquivo de Prontuários e Recepção).

No total, são cerca de 80 pessoas envolvidas na iniciativa. As terapias ocorrem na Clínica de Fonoaudiologia da FOB e os atendimentos dos pacientes pelas áreas complementares ocorrem no Centrinho-USP.

Ao término do Programa, os pacientes são encaminhados para dar continuidade ao tratamento com fonoaudiólogos de suas cidades de origem, que mantêm colaboração à distância com a equipe do Programa por meio de iniciativas e recursos de Telessaúde. “Trata-se de uma verdadeira força-tarefa em prol do ensino de qualidade, da pesquisa e de um tratamento fonoaudiológico inédito e inovador”, avalia Maria Inês.

2016_02_12_fono_intensiva (2)Encerramento
A cerimônia de encerramento está marcada para às 16h do dia 2 de março. O evento acontece no saguão da Unidade 2 do Centrinho-USP, com a presença de toda a equipe envolvida, dos pacientes e seus acompanhantes e convidados.

Na foto ao lado, encerramento da edição de 2015. Crédito: Denise Guimarães / FOB

Alunos de graduação têm disciplina sobre odontologia nas fissuras labiopalatinas no Centrinho-USP

foto (1)Pelo terceiro ano, além de alunos da FOB-USP, aulas contam com participação de alunos da UEM, por meio de videoconferência

O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP está recebendo nesta semana alunos de graduação da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), para a disciplina optativa livre “Odontologia nas Fissuras Labiopalatinas”, ministrada por orientadores do Programa de Pós-Graduação do Hospital.

Pelo terceiro consecutivo, as aulas também estão sendo transmitidas por videoconferência, para alunos de outra universidade.

Com carga horária de 30 horas, a disciplina conta com a participação presencial de 17 alunos do quarto ano de Odontologia da FOB-USP e virtual de 10 alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Maringá (UEM), do Paraná.

As aulas acontecem no Núcleo da Rede Universitária de Telemedicina do Centrinho-USP, até esta quinta-feira, 4 de fevereiro.

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